terça-feira, 22 de dezembro de 2009
quinta-feira, 3 de dezembro de 2009
segunda-feira, 5 de outubro de 2009
terça-feira, 29 de setembro de 2009
Wellington Muniz - Site Famosidades MSN
Por Karen Lemos
Nos últimos meses, a TV brasileira viu uma movimentação intensa de contratações. Um dos objetivos de SBT e Record era vencer na audiência nas noites de domingo. O horário é considerado um momento nobre, especialmente pelo lado publicitário. Gugu Liberato já estreou na emissora de Edir Macedo. Silvio Santos, ele mesmo, está à frente da programação do seu canal.
Porém, quem está deitando e rolando é a Rede TV!. Graças ao "Pânico na TV", a emissora de Amílcare Dallevo e Marcelo de Carvalho tem conseguido a proeza de derrotar, mesmo que por alguns minutos, a poderosa Globo.
Um dos pilares do programa já conseguiu fazer Silvio Santos pagar o mico de se requebrar na "dança do siri", Marília Gabriela cantar Racionais Mc's e muitos famosos descerem do salto para calçar as famosas "sandálias da humildade".
Há seis anos no elenco do "Pânico na TV", Wellington Muniz virou presença garantida em diversos eventos. Ao lado do seu fiel parceiro, o repórter Vesgo, inferniza (no bom sentido, claro) as celebridades, arrancando risadas do telespectador. O raciocínio rápido e a inteligência são marcas desse cearense, nascido em Fortaleza.
"Tem que prestar muita atenção na conversa e, dependo do que a pessoa soltar na resposta, você procura um gancho para fazer uma piada em cima daquilo. Isso é essencial para fazer piada de improviso", afirma, em entrevista ao Famosidades.
Nessa entrevista, o "Silvio do Pânico" conta essas e outras curiosidades, expondo sua face mais séria: a do profissional que, quando o assunto é trabalho, não há espaço para brincadeiras. Ainda que, curiosamente, esse seja o principal instrumento do seu ofício.
FAMOSIDADES - Você acredita que as pessoas te levam a sério?
WELLINGTON MUNIZ - Eu acredito que sim. Por exemplo, as pessoas me abordam na rua como o Ceará, o profissional, sabe? Esquecem dos personagens. E eu fico muito surpreso, porque na televisão eu estou de dentadura, peruca, e muda muito meu rosto. E eu sempre achei que os personagens aparecessem mais do que eu. Acho isso super bacana. Na rua, me abordam com carinho e com respeito; não chegam zuando, eles querem conversar, aí pedem uma foto, um autógrafo. Mas a minha vida também não mudou em nada, não mudei meu jeito de ser por causa disso. Ando na rua normalmente, só de vez em quando me olham com aquela cara de "Você é o Ceará, você é o Silvio?" [risos].
Houve uma mudança no humor de hoje? Há uma maior liberdade, as pessoas aceitam melhor?
Com certeza. Mudou muito. Mas vale lembrar que os outros formatos como "A Escolinha do Professor Raimundo" e "A Praça é Nossa" vão continuar, e não têm que acabar mesmo. Agora, o humor está se renovando, está vindo com novas propostas. Hoje o cara não precisa mais ser baixinho, feio e careca para fazer piada. Tem o humor de cara limpa, que é o stand up, onde você pode faz graça em cima das situações do dia a dia, coisas pelas quais você esteja passando. E o humor está indo por esse caminho, tem gente que gosta, tem gente que não gosta.
Pensa em fazer um trabalho voltado para o formato stand up?
Tem muita gente fazendo isso hoje. Muita gente boa, claro. Mas tem muitos pegando a carona. Eu não discrimino porque acho que todo mundo deve tentar, e ir atrás do seu ganha pão. Eu comecei fazendo shows de humor, mas não era stand up. Eu contava histórias, e fazia algumas imitações. Não adianta pegar carona e achar que dá para fazer. Quero ser original no que eu faço.
Como você descobriu que era capaz de fazer humor?
Sem querer, nunca me achei engraçado. Quando criança eu não era de falar, tinha muita vergonha. Eu ficava no meu mundo, era muito tímido. Foi quando, aos 13 anos, coloquei na cabeça que queria ser humorista. E aí que a coisa aconteceu mesmo. No começo eu me achava meio incapaz, então via o meu pai, que sempre foi muito engraçado. Ele chegava contando piada, fazia amizades facilmente. Eu queria isso para mim.
Em qual humorista você se inspira?
Não que eu me inspire, mas eu considero como grande mestre o Chico Anysio. Ele tem facilidade de criar personagens não só para ele, mas para os outros também. Quando o Chico fazia seleção de atores para "A Escolinha do Professor Raimundo", ele pegava os mais engraçados e criava o personagem ideal para aquele tipo de pessoa. Ele conseguia criar qualquer personagem. Era o dom que o Chico tinha, de humor, de mudar de voz.
O humor do "Pânico na TV" é aquele mais critico. Você não acha que às vezes o programa extrapola nas brincadeiras?
Hoje não. Quando começamos com, em 2003, disputávamos a audiência do domingo, junto com o Faustão [Fausto Silva] e todo esse pessoal. Então, a maneira de chamar atenção era aquela mesma, de fazer brincadeiras, ser mais incisivo nas perguntas, não falar aquilo que as pessoas gostariam de ouvir. O artista é vaidoso e quer sempre os elogios, e nós procurávamos justamente ir pela contramão. A personalidade escolhia um vestido feio para ir ao evento, e a gente mandava: "Você veio vestida com a capa do sofá da sua avó?". Era esse tipo de brincadeira. Mais para sair daquela babação de ovo, rasgação de seda em cima das celebridades. Mas nunca foi para ofender. Só que cada um tem o direito de falar o que quiser, e também escuta e responde quem quiser.
Há um limite para as brincadeiras?
Isso depende da abertura que a pessoa dá para você. Cada um é diferente. Você sente isso na hora do feedback. Eu tomo muito cuidado, porque é uma linha tênue mesmo, não dá para saber o limite. Nunca pensei, por exemplo, que o Silvio Santos faria a "dança do siri" na frente das nossas câmeras. Ele deu muita liberdade para poder brincar com ele. Pensávamos que o Sílvio não falaria com a gente, que diria: "Não, aqui é o Senor Abravanel, vim só cortar o meu cabelo". E ele não só falou como brincou muito. Fiquei surpreso, é um homem que nunca parou para dar entrevistas, a não ser para a própria emissora.
Seu personagem Clodovil apareceu algumas vezes vestido de anjo. Não acha de mau gosto voltar a imitá-lo, já que faleceu?
Não, porque o Clodovil era uma pessoa alegre. Quando eu voltei com ele usando as asinhas foi mais uma homenagem, em momento algum quis difamá-lo. Trata-se de uma figura muito controversa da televisão brasileira, uma figura que, muitas vezes, pagou por falar demais, mas esse era o seu estilo. Existem poucos apresentadores com a personalidade, com o dom da comunicação, que o Clodovil Hernandes tinha. Gostaria muito de voltar a fazer o Clodovil mais vezes, as pessoas até me cobram isso nas ruas. Mas ele tem que voltar no momento certo, quando couber na pauta.
A Gabi Herpes, imitação da jornalista e atriz Marília Gabriela, tem feito muito sucesso. E agora tem a participação de artistas, confrontando o imitador com o imitado. Vocês pretendem levar isso adiante?
É sempre bom mesclar os personagens, que os meninos do "Pânico" fazem muito bem, sempre usando o factual, com as celebridades de verdade. Isso tudo começou com a Marília Gabriela. Ela me ligou para dar os parabéns, falar que tinha gostado muito da minha homenagem, e eu aproveitei para convidá-la a participar do programa. Ela foi super carinhosa, muito gentil, e eu só tenho que agradecer. Quando tiver outro convidado bacana, vamos levar na Gabi Herpes. Isso deixa o quadro muito mais engraçado.
Como você compõe seus personagens? Que elementos você usa?
Eu tenho que ser muito observador. Não pode só imitar alguém, você tem que dar vida ao personagem. Eu me atento muito a isso. Quando eu faço o Silvio, eu uso aquela dentadura que também é marca do Clodovil e da Dercy. Então, eu tento fazer de um jeito que o espectador não veja no Silvio algo que lembre o Clodovil ou outros personagens. Cada um tem suas nuances. A Gabi Herpes, por exemplo, eu tive que assistir a uns 40 vídeos para pegar a coisa. Prestei atenção aos exageros dos gestos, do olhar, as entonações da voz. Tem também a composição de indumentárias, como unhas postiças, anel, relógio, cabelo, maquiagem, enfim. É uma composição mesmo, não só imitação, o texto.
Você fez alguns trabalhos de dublagens em filmes, como "Terra Encantada de Gaya" e "Obelix". Pretende fazer mais trabalhos a esse respeito? Ou então cinema, atuando como ator em cena real?
Eu gostaria de fazer mais. É muito bacana. Dublagem você tem que pensar na voz, e encaixar certinho o texto no tempo exato da suas falas. Não é igual teatro, onde você faz o seu. Tem ator com 10, 20 anos de experiência em teatro, e não consegue se adaptar à técnica de dublagem, que é muito complicada. Ali, você tem poucos segundos para fincar sua fala com o movimento labial do personagem. E eu adorei fazer. Quero fazer outras coisas também, como cinema. No caso, gostaria de experimentar outra coisa, um drama talvez. Quero um personagem nada a ver com o que eu faço na televisão.
E o que o "Pânico na TV" está preparando de novidades para seu público?
A gente está sempre mudando. Eu quero ainda lançar o "Dantena", uma imitação do José Luiz Datena. Estou só esperando chegar uma boa oportunidade para estreá-lo. Também estou pensando em outros personagens como o Geraldo Luiz, o Carlos Nascimento. Estamos sempre trabalhando em cima disso, pensando em coisas novas, provando figurinos, experimentando maquiagens, enfim. Nossa equipe trabalha duro para que, todo domingo, tenha algo diferente.
sexta-feira, 18 de setembro de 2009
"Pânico" é o fiel da balança na audiência das noites de domingo

18/09/2009 - 00h05
Quem acompanhou o minuto a minuto no domingo passado, certamente chegou à conclusão que o "Pânico" nunca serviu tanto ao SBT ou, de forma direta, ao próprio Silvio Santos, como nos tempos de agora.
segunda-feira, 31 de agosto de 2009
domingo, 2 de agosto de 2009
segunda-feira, 27 de julho de 2009
O Fuxico - 22.07.2009

Para interpretar a jornalista, Ceará possui uma coleção de óculos em cima de sua bancada e, no decorrer da entrevista, chega a colocar muitos óculos de uma vez só no rosto.
O quadro é uma sátira do programa de Gabi, no GNT. Mas, o que o humorista não imaginava, é que sua imitação agradava muito Marília. Ele levou um susto, quando recebeu o telefonema da jornalista, na última semana.
Em seu Twitter, miniblog na internet, ele escreveu a novidade: “Gente, achei que fosse trote! Mas, acabei de receber uma ligação de uma personalidade que eu imito. Adivinha quem me ligou? Quem disse Marília Gabriela, acertou”!
E logo aproveitou para elogiar a atitude da jornalista.
“Obrigado, Marília Gabriela! Muitos artistas deveriam aprender com você a não levar tão a sério. Você não tem essa dos que se acham mais do que são. Marília disse que eu posso continuar imitando-a, e que gostou muito da homenagem. Falou que riu bastante com aquele monte de óculos na minha cara”, escreveu Ceará.
quarta-feira, 24 de junho de 2009
Site Terra
24 de junho de 2009
Jorge Rodrigues Jorge/Carta Z Notícias/Divulgação
Márcio Maio/ TV PRESS
Wellington Muniz garante que está aprendendo, com o tempo, a avaliar seu trabalho na TV. Mais conhecido como o Ceará do Pânico na TV!, humorístico dominical da Rede TV!, o imitador do Sílvio Santos e de outros ícones da TV assume que já pegou pesado em suas tiradas com o público e com as celebridades entrevistadas no programa. Mas jura que esses "escorregões" agora fazem parte do passado.
"E foram bem poucos, se contarmos que estamos há quase seis anos no ar", defende-se. Tudo porque, no início, o grupo precisava conquistar espaço na televisão. "Colocamos nosso dinheiro ali. Não tínhamos uma equipe de produção grande. Várias vezes gravávamos com nossos adereços e um de nós fazia segunda câmara", lembra o humorista.
O Pânico na TV! completa seis anos em setembro. Entre elogios, críticas e processos judiciais, qual o balanço que você faz do programa?
Acho uma trajetória bem interessante para um grupo que começou no rádio e migrou para a televisão. Antes, ficávamos atrás do microfone, sem mostrar a cara. Quando fechamos o contrato com a Rede TV!, tivemos de aprender a lidar com isso. E o resultado foi excelente. Tanto que estamos no ar até hoje. Acho que o grande lance é que não são só imitações ali. Existe um trabalho de ator, improvisamos o tempo todo. É muito difícil conseguir dar dois dígitos de audiência aos domingos. E nós damos. É uma vitória que comemoramos até hoje.
Mas vocês também são muito criticados pela forma como conseguem essa audiência. Qual é o limite entre o que é engraçado e o que é grosseiro?
A barreira do limite é muito tênue. Presto atenção na liberdade que a pessoa vai dar para que eu seja mais incisivo ou não. Quase todos os artistas têm a vaidade potencializada. Eles querem ouvir elogios, acham que vão sempre falar bem deles. E a gente vai na contramão. Às vezes, chegamos a transgredir. Passamos um pouco, sim. Mas, se formos analisar, de uns tempos para cá, isso praticamente acabou. Todo começo é sempre mais complicado. E precisávamos que o formato pegasse na TV. Nos primeiros meses, investimos nosso dinheiro ali para tentar conquistar um espaço. Não tínhamos muita infraestrutura e morríamos de medo de fracassar. Acho que isso acabou favorecendo alguns excessos. Mesmo assim, foram poucos.
O que vocês faziam no início e que, agora, não se permitem mais?
Na verdade, não é que a gente tenha deixado de fazer as coisas. Quem tem senso de humor, leva na brincadeira. Eu trabalho para o público. Sou um operário de uma fábrica de ilusões da TV. Sei que não faço um trabalho jornalístico, mas acho que perguntamos e comentamos coisas que muita gente em casa teria vontade de questionar ou falar se estivesse ali, no mesmo lugar. Só que hoje em dia o "approach" é diferente. A gente pode até carregar um pouco na tinta, mas o pessoal da edição cuida para que o conteúdo de cada matéria seja engraçado, e não jocoso. A única coisa que a gente quer é fazer um trabalho legal, agradar aos telespectadores e, assim, continuar o sucesso do programa.
Depois de seis anos trabalhando em um programa de humor escrachado na TV, vocês também são celebridades. O que distancia você dos entrevistados com quem costuma brincar, geralmente pessoas conhecidas e da televisão?
Entendo o que você quer dizer, mas já fizeram brincadeiras semelhantes conosco e encaramos bem. Outro dia mesmo uma equipe de Santos chegou fazendo piada e gravando. Você tem de tirar de letra. Eu, Ceará, tento sempre não desrespeitar ninguém. Nosso intuito não é criar um clima ruim, mas sim de brincadeira. Nosso humor é mais ousado e, ao mesmo tempo, bem "povão". Quem quiser curtir com a nossa cara, é só vir que a gente se diverte junto.
Como você classifica o humor que vocês praticam no programa?
A gente pode até envelhecer na idade, mas temos que acompanhar a molecada. O humor do Pânico é de "fundão de colégio". Tanto que a gente pega mesmo o público da molecada, que fica um zoando com o outro. E tem gente que entende esse espírito. A maioria das pessoas é receptiva ao nosso contato. Recentemente conversamos com o Sílvio Santos e ele falou da Maísa, do Ronaldo, enfim, de assuntos que são delicados para ele. Uma vez encontramos o Antônio Fagundes na saída da peça dele e brincamos. O cara é um ator conceituado, poderia se ofender, mas se divertiu conosco. Como ele fazia um caminhoneiro em Carga Pesada, pedimos que ele provasse que dirigia e ele topou pegar um caminhão de lixo na rua. Quem tem senso de humor leva na brincadeira. Quando o artista se acha mais do que é, aí sim, vira um problema.
terça-feira, 23 de junho de 2009
quarta-feira, 17 de junho de 2009
Revista Contigo! 3X4
Foto: Alex KorolkovasNome: Wellington Muniz
Apelido: Ceará
Idade: 36 anos
Local de nascimento: Fortaleza (CE)
Peso: 82 quilos
Altura: 1,78 metro
Estado civil: Casado com Tatiana Muniz, 30, estudante de desing de interiores
Qual é sua maior qualidade? Sinceridade. Falo olhando nos olhos
E seu maior defeito? Acho que os maiores são: o excesso de autocrítica e o perfeccionismo
Qual é a característica mais importante em um homem? O caráter
E em uma mulher? O dom de procriar
O que você mais aprecia em seus amigos? A amizade e o respeito que eles têm por mim
Sua atividade favorita é: Pegar uns três filmes e ver tudo em um dia só com a minha mulher
Qual é sua ideia de felicidade? A felicidade só é intensa e se multiplica quando sabemos dividi-la.
E o que seria a maior das tragédias? Com certeza, a morte. Não para os que partem, mas para os que ficam
Quem você gostaria de ser se não fosse você mesmo? Bill Gates ou Steve Jobs
E onde gostaria de viver? Em um lugar onde não tivesse violência
Qual é sua viagem preferida? Para a Grécia, com a minha mulher
Um animal: A águia, pois ela alça os maiores voos e nunca cai Quais são seus autores preferidos? Machado de Assis, Jorge Amado e Raquel de Queiroz
E seus cantores? James Cullum, Norah Jones, Ivete Sangalo, Maria Bethânia, Amy Winehouse...
Que superpoderes gostaria de ter? O de voar e o de ficar invisível
Qual é sua palavra favorita? Persistência
O que você mais detesta? O puxa-saco
Que dom você gostaria de possuir? O da sabedoria
Como você gostaria de morrer? Dormindo
Qual é seu atual estado de espírito? Inquieto, sempre busco novos desafios
Qual é o lema de sua vida? Não existe vento bom para quem não sabe a direção de onde quer chegar
Uma mania: Falar sozinho
Uma lembrança de infância: O primeiro dia de aula. Lembro que minha mãe me deixou na escola e chorei muito achando que ela não fosse voltar
Em que ocasiões mente? Prefiro dizer que às vezes omito
O primeiro beijo: Foi com uma prima quando criança
A primeira vez no sexo foi... Com uma namorada, aos 15 anos
Uma vaidade: Andar sempre perfumado
Qual é seu maior medo? A velhice e a solidão
O que o irrita? A hipocrisia e a falsidade
O que você não gosta no próprio corpo? Acho que as minhas canelas. Elas podiam ser um pouco mais grossas
O que ou quem é o maior amor de sua vida? Minha mulher, minha profissão e minha família
Qual é o seu maior tesouro? O privilégio de há 20 anos viver no Brasil fazendo humor
Qual foi a maior tristeza de sua vida? A separação dos meus pais, quando eu era criança
O que não tem graça? A desgraça dos outros
Quem não tem graça? O humorista que é mau-humorado fora do trabalho
Conteúdo publicado na edição 1754


















